O Estagio Supervisionado I foi a oportunidade de termos as primeiras aproximações investigativas,com espaços educativos,escolas, salas de aula e realizarmos nossa primeira intervenção pedagógica nesse curso.
Planejamos nossas 'vidas' na escola, observamos, vivenciamos uma dinâmica com movimentos que foram desde o idealizar até fantasiar, para depois planear nossas oficinas.
No Estágio Supervisionado 3, a proposta é ampliarmos a experiência para além dos muros da escola, tomando a cidade como referência para a elaboração de projetos de ação educativa. O desafio é olhar para a cidade de uma maneira diferente, ver aquilo que nunca havíamos prestado atenção no contexto cotidiano,no dia-a-dia. Pensar a cidade enquanto um organismo vivo, dinâmico, que traz uma história feita pelos seus habitantes.
A cultura diz respeito a todos os fazeres, saberes, viveres e as diferentes maneiras como as pessoas trabalham, produz, pensem as diferentes profissões que compõem a vida da sua cidade.
A compreensão da cidade como produção, fundada em racionalidade e contra-racionalidades leva-nos a uma perspectiva favorável a uma educação para a vida, e para uma vida melhor.
Tornar o familiar estranho!!!
Frequentemente, a arte que existe em nossa vida cotidiana é invisível.Noentanto, quando a arte local é interpretada a partir do seu contexto, essa interpretação aciona não só uma maior compreensão da arte em si, mas também uma análise crítica do sistema de produção e dos valores nela refletidos(...). O pertubamento do familiar descreve esse processo de tornar visível a arte e a cultura locais(...).(Bastos,2006). Vamos então olhar a cidade com um novo olhar, um olhar poderoso,desconstruidor de discursos caracterizadores e imagens construidas, em busca de visualidades,territorialidades, especialidades, em uma perspectiva multicultural crítica.
Toda cidade forma, todas elas educam, pois todas são resultados de um processo cultural, histórico e social.
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